Os símbolos nas religiões.
Aqui abordamos os símbolos e como vemos em vários trechos da história de Jesus, a presença do número três se faz em ocasiões onde se nota nas partes mais importantes sobre sua história, agora o seu maior símbolo é o que contém um segredo subliminar, é o que acho onde mais se influencia as pessoas se apegarem a essa religião, o símbolo da cruz de Jesus Cristo, quem tem a propriedade triangulo isósceles que é o mesmo triangulo que compõe as pirâmides do Egito, e que é o triangulo das três dimensões da percepção. Quanto a espiral dourada do número áureo que tem relação integral com a natureza e seu crescimento, o que podemos constatar é que a uma relação com a cruz em seu ponto de cruzamento, da linha vertical e horizontal da cruz, e tudo isso já não se pode jugar como coincidência, isso foi algo pensado e planejado a se fazer, visto que tudo segue essa ordem, dessa forma temos duas opções, toda a construção histórica da vida de Jesus Cristo foi algo que transgrediu a natureza sensível, metafísico, pelo fato de ter tantas coincidências, com a ordem e que por esse caminho pode se dizer que foi algo divino.
Acima a cruz que tem em parte a propriedade do número áureo, se sobrepormos duas imagens com a expiral aurea, temos algo que lembra muito um coração, e ainda indica o tamanho de um triângulo isósceles, que é o mesmo que o das pirâmides do Egito, indicando no contexto tridimensional da percepção um caminho a ser trilhado, é algo a ser evidenciado como linguagem indireta, ou subliminar.
Sim a imagem de buda, não poderia deixar de ser uma verdadeira forma triangular assim como os selos do vale do indo, onde existia de fato a influência védica.
A estrela de Davi é uma dessas imagens de como projetamos e como percebemos o mundo literalmente aos nossos olhos, e mais uma que tem conotação religiosa.
Abaixo da esquerda para direita vemos, o principal símbolo dos Vikings, o Valknut representa Odin o deus do céu na mitologia nórdica, e direita dela o triskelion dos povos celtas, outro símbolo importante que representa as tríades da vida, e mais a direita uma mandala tibetana com elementos triangulares da percepção, salientando que todos esses elementos são de uma origem comum a Eurásia, porção de terra em que todos povos donos desses símbolos de cunho religioso tinham acesso por terra em quase toda sua extensão, o que disseminou a representação desses símbolos entre eles através do conceito religioso.
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