sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Continuando o capitulo

 

A citar que segundo a obra de Sanjay Sonawani, intitulada Origens da religião védica e da civilização Indus-Ghaggar, mostra com evidência, que Zaratustra e seus patronos, são de mesma época do início que comporam o Rigveda e foram mencionadas no Rigveda e no Avesta, o que já não é de se estranhar pelo que foi já foi mostrado no texto acima.

Sobre os hebreus e a menorá, não tenho dúvida alguma da influência védica nos rituais de todos aqueles povos do oriente médio em que se usava animais e altares de fogo. Anterior ao rigveda ou livro dos hinos, as narrativas religiosas da religião védica era passado como hinos pois, ele é anterior ao habito da escrita, nele se encontra oferendas de sacrifício, e adoração ao fogo, assim como faziam tantas outras religiões do oriente que vieram posteriormente a cultura védica.

Os Sumérios deixaram um legado muito valioso pras novas culturas mesopotâmicas, que cresceram nesse local tal como os hebreus, e de certa forma a menorá ou o candelabro de sete hastes possa ser a forma anacrônica da representação dos sete sábios, vejamos que as semelhanças se dão em que os apikullas sumérios também eram sacerdotes, já a menorá é um artefato que servia ao sacerdócio no tabernáculo onde tinha o local santo dos santos em que abrigava a arca da aliança e somente o sumo sacerdote poderia trocar o óleo da menorá.

Pelo caminho do número sete, no antigo Egito o que temos de referência a respeito é em um local chamado de Abidos, que foi um local de enterro e pelo que se diz o mais importante do antigo Egito, lá abriga o templo de seti, abidos é uma das enéades onde encontram sete deuses.

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